| Inf.10/229 - BRADESCO SE DESTACA EM RANKING DE AÇÕES |
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| Qua, 24 de Fevereiro de 2010 09:31 |
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Dois relativamente pequenos bancos regionais de investimentos mostraram a seus maiores rivais internacionais que maior não é, necessariamente, melhor, passando à frente daqueles na pontuação da mais recente classificação do Financial Times e da corretora StarMine para a região das Américas. Robert W. Baird, um banco de investimentos e gestor de ativos baseado em Milwaukee, ficou em segundo lugar em estimativa de lucros em negócios com ações de empresas no S&P 500. O Bradesco, do Brasil, revelou-se o melhor conselheiro sobre quando comprar, vender ou manter em carteira ações que fazem parte do índice MSCI Emerging Markets Free Latin America. Tamanho, porém, é importante - ainda que somente devido à exigência de que a StarMine cubra um quarto das ações no S&P 500 para ser classificada. A inclusão, pelo Baird, no ano passado, de seis novas equipes de análise qualificou-o pela primeira vez a entrar no ranking. "O aumento geral da abrangência de nossas análises foi um fator [para o nosso sucesso no ranking]", disse Bob Venable, diretor de pesquisa da Baird. "Mas nosso foco na qualidade não mudou, em comparação com anos anteriores." O esforço de análise do Baird está focado em comunicação bidirecional contínua com os investidores. "Recebemos 'feedback' muito específico de clientes investidores sobre quais analistas estão agregando valor e porquê", disse. No outro extremo da escala de tamanho está o enorme grupo bancário internacional UBS, o primeiro a recomendar ações no S&P 500 neste ano. David Bleustein, chefe de análises do UBS para os EUA, certamente pensa que o tamanho importa. "Nossa presença mundial teve impacto enorme em nossos esforços nos EUA", disse. "O alcance do UBS significa que somos capazes de ter sólida visão macro em todos os mercados internacionais, e aplicá-la a mercados locais." Com os mercados instáveis e investidores com dificuldades para entender o cenário pós-crise, Bleustein disse que o UBS estava idealmente situado, no ano passado, para escolher ações, acrescentando: "2009 foi mais um daqueles anos em que era crucial ter conhecimento mundial. Foi certamente muito importante para nossa análise de ações nos EUA". Pela terceira vez consecutiva, o Goldman Sachs ficou entre os três primeiros quanto a recomendações sobre ações de empresas americanas. No ranking deste ano, o Goldman ficou em primeiro lugar por suas estimativas de lucros das companhias no S&P 500, e no ano passado ficou em primeiro em recomendação de ações. O Bank of America conquistou o primeiro lugar por suas estimatvas de lucratividade na América Latina, enquanto o Citigroup ficou em terceiro lugar tanto em termos de recomendações e de rentabilidade de ações de empresas da região. A classificação referente aos desempenhos no ano passado resulta da primeira vez em que ordens de corretores para compra e venda de ações latino-americanas foram monitoradas pela StarMine, companhia da Thompson Reuters. Fonte: Valor Econômico
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